terça-feira, 6 de abril de 2010

Você daria um emprego a você?

Considere seu currículo a chave para abrir a porta da empresa. Como as chaves, ele não abrirá as portas de todas as empresas, mas de uma delas. Alguns fatores como falta de afinidade entre o perfil do candidato e o perfil da empresa, disputa com outros candidatos mais qualificados, salário incompatível com o cargo pretendido, erros técnicos na sua elaboração, falta de capacitação para o cargo e falta de objetivos do candidato podem impedir essa abertura.

Se você imagina chamar a atenção do selecionador enviando um currículo fora dos padrões, saiba que o excesso de criatividade tem hora e lugar para ser demonstrado e este não é o momento. A apresentação do currículo não deve chamar mais atenção do que as informações nele contidas. Já vi coisas absurdas como currículos em forma de origami, enviados em papéis de cores fortes, escritos à mão, enviados em caixas embaladas para presentes. Outro dia, recebi um CV com 75 folhas. Não houve erro de impressão, não! São 75 folhas. Você acha absurdo? Eu também achei e costumo citá-lo como exemplo de "currículo de peso", exemplo que não deve ser seguido. Mesmo o profissional com muitas realizações deve encontrar uma forma resumida de mencioná-las. Outros detalhes podem ser conversados durante a entrevista. Lembre-se! O papel do currículo é abrir portas e não fechá-las.

Nessa etapa, vai ter maior destaque o candidato que despertar o interesse do selecionador, através da clareza de informações, do bom desempenho profissional, da capacidade de crescimento e do diferencial que lhe dará vantagem sobre os outros. Um gerente com domínio de inglês estará competindo com candidatos iguais a ele, mas se também domina o espanhol e a empresa exporta para países da América Latina, ele se sobressairá. Uma secretária bilíngüe ganhará pontos se tiver conhecimento da língua de origem da multinacional que a estiver contratando.


O processo de recrutamento

Antes de abordarmos os aspectos técnicos da elaboração do currículo, quero mostrar como funciona o processo de seleção, para que alguns pontos sejam esclarecidos e fique mais fácil compreender o porquê de algumas regras.

Quando uma empresa recruta profissionais, normalmente ela tem pressa em selecionar o candidato ideal. E você pode estar disputando uma vaga com uma, dez ou trezentas pessoas em condições semelhantes às suas. A primeira preocupação da selecionadora é separar os CV em três categorias: potenciais, talvez e recusados. Os primeiros serão convocados para a entrevista; enquanto os demais, dependendo da empresa, poderão receber uma carta agradecendo a participação e comunicando o preenchimento da vaga.

A falta de clareza, falha técnica na apresentação, omissão da idade e datas, e falta de qualificação são os principais fatores responsáveis pela eliminação nesta fase. Um currículo acompanhado de uma carta de apresentação mostrando seus objetivos de forma clara e objetiva, pode ser uma chave eficaz para abrir a porta da empresa. Recomendo que a carta só deve ser enviada se for redigida corretamente.

Devido à quantidade de currículos recebidos, as selecionadoras precisam agir com rapidez e precisão, lendo e analisando as informações. Para facilitar o processo, foram criadas algumas técnicas e regras:

  • Não esqueça que a função do CV é "vender" sua imagem e destacar sua experiência profissional.
  • A primeira página é decisiva porque pode despertar o interesse da selecionadora ou não.

  • Deixe transparecer objetividade, positivismo e comunicabilidade.

  • A linguagem deve ser clara e objetiva. Revise o texto para evitar erros gramaticais e de acentuação.

  • Não mencione suas experiências na terceira pessoa (realizou, participou, coordenou, cumpriu). Utilize as palavras realização do projeto..., participação como líder..., coordenação do projeto..., cumprimento de metas... Procure mostrar os resultados positivos de suas atividades.

  • Destaque seus pontos fortes, como estabilidade, profunda experiência e liderança, sem exageros. Mantenha o equilíbrio e o bom-senso.

  • As informações devem ser verídicas, pois as empresas checam os . Mesmo assim, há pessoas que insistem em valorizar o CV alterando sobre formação acadêmica, antigos empregadores e realizações no trabalho.

  • Não use formulários prontos. São impessoais e demonstram pouca dedicação na elaboração de um trabalho tão importante.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Como se preparar para a entrevista


A entrevista de emprego é o momento mais importante do processo seletivo. Se você chegou até aqui, já pode se sentir um vitorioso, pois passou pela primeira etapa, que é a triagem inicial de currículos, e a segunda, chamada por muitas empresas e consultorias de entrevista de pré-seleção, normalmente feita por telefone.

Todos os selecionadores e especialistas em RH concordam em um ponto: para obter sucesso na entrevista, é fundamental conhecer, antes de mais nada:

  • a você mesmo. Reflita e analise quais as suas habilidades e competências mais importantes, limitações, pontos fortes e fracos, o que você deve ressaltar e o que não precisa ser colocado na entrevista. Avalie também o que você quer realmente para sua vida profissional. Lembre-se: não é só a empresa que vai escolher você, mas você também precisa se conhecer para saber qual a organização que mais se adeqüa às suas necessidades.
  • a empresa que você vai fazer a entrevista. Visite o site, leia em jornais e revistas, converse com conhecidos e especialistas de mercado, freqüente listas de discussão na internet, enfim, descubra o maior número de informações possível sobre a companhia. Não só para demonstrar que você se interessou em saber mais sobre a empresa e conhece o negócio, como também para descobrir se a empresa é realmente idônea e merece o seu empenho, dedicação e trabalho. Avalie a oportunidade com muito cuidado, e não aceite a primeira proposta só porque você está desempregado ou quer sair da atual empresa.

DIAS ANTES...

Agora que você já tem consciência do que pode oferecer à empresa e o tipo de organização que mais lhe agrada, confira o que fazer dias antes da entrevista, de acordo com as especialistas Luciana Sarkozy, da Career Center e Denise Kamel, da Selectus RH:

  • Atualize seu currículo. Todos os cursos que você fez no último ano estão lá? As datas de entrada e saída dos empregos estão corretas? As formas de contato (telefones, endereço residencial e e-mail) estão atualizadas? Há erros de ortografia? Se precisar, peça ajuda a um professor de português ou profissional de RH para auxiliá-lo nesta tarefa. Confira também o modelo de currículo do Empregos.com.br
  • Faça um planejamento do que pode ser perguntado e treine a entrevista em casa antes. Saiba quais as perguntas mais comuns da entrevista e faça uma retrospectiva da sua carreira, listando as empresas que trabalhou, os principais cursos e, muito importante, quais resultados você conseguiu atingir. A empresa vai querer saber porque você é o candidato ideal e onde você pode ser útil para ela. Se você achar necessário, redija
    as informações por escrito e grave uma simulação da entrevista. Também vale usar um amigo, parente ou até mesmo o espelho como selecionador. O importante é estar seguro e confiante da sua capacidade e do que vai falar.

UM DIA ANTES...

A ansiedade e preocupação começam a perturbar você? Calma, a entrevista não é um bicho de sete cabeças. Tome estes cuidados e relaxe:

  • Ter uma boa noite de sono vai deixar você mais atento, animado e descansado também, o que é bom para a aparência e para a mente.
  • Não coma alimentos fortes nem em lugares suspeitos. Nada pior do que ter dor-de-barriga logo neste dia, não é mesmo?
  • Evite também tomar remédios muitos fortes, que possam dar algum efeito colateral
  • Imprima um currículo. Lembre-se de checar se há tinta e papel suficiente antes. Mesmo que você já tenho enviado o documento por e-mail ou carta, é recomendável levar outro para o selecionador
  • Separe a roupa do dia seguinte com antecedência. Nada de excessos e extravagâncias. Vá com uma roupa sóbria mas confortável, com a qual você se sinta bem e passe exatamente a imagem que você é. Para as mulheres, a dica é: evite barriga de fora e decotes, cores muito marcantes, perfume muito forte e acessórios em excesso. Na dúvida, aposte no tradicional.
  • Investigue o caminho que você vai precisar fazer para chegar na empresa e quanto tempo leva. Se você não conhece muito bem o lugar, separe uns 15 minutos a mais, no caso de acontecer algum imprevisto e você se perder. O que não pode é chegar atrasado.

NO DIA DA ENTREVISTA...

Agora não adianta mais ficar sofrendo por antecipação ou imaginando como será a entrevista. Esqueça o seu histórico profissional por um tempo e fique atento:

  • Se estiver muito nervoso, algumas horas antes tome um chá de camomila, que costuma acalmar. Florais de Bach também são indicados, por serem naturais. Não tome calmantes, que podem te deixar sonolento demais e causar o efeito inverso
  • Chegue 10 a 15 minutos antes do horário combinado. Use este tempo para conhecer o ambiente, as pessoas que lá trabalham, entenda a "atmosfera" do lugar. Ás vezes nesse tempinho extra já é possível perceber se os funcionários estão felizes ou entediados com o trabalho, se há ou não uma rotatividade muito alta na empresa, se você é a primeira ou a décima pessoa que vai ser entrevistada para esta vaga... vá com calma, não faça perguntas. Muitas coisas aparecem assim de repente, na conversa entre um funcionário e a recpecionista, no modo que ela atende ao telefone... fique alerta!
  • Não fale mal do seu emprego anterior, mesmo na sala de espera.
  • Trate educadamente todas as pessoas que você falar na empresa, não só o selecionador. Você pode estar sendo analisado desde o momento que colocou os pés na companhia, portanto seja agradável. Cuidado para não ficar íntimo demais: evite gracinhas do tipo "meu anjo", "querida (o)", "amiga (o)", etc.
  • Evite fumar, mascar chicletes, roer unhas e olhar demais no relógio enquanto aguarda a sua vez
  • Desligue o celular assim que chegar na empresa
  • Não dê vexame: saiba o nome e cargo exato do entrevistador. Chamar o profissional pelo nome deixa o clima mais harmonioso e amigável.
  • Reserve tempo suficiente para a entrevista. Não agende mais do que dois processos por dia, e se você estiver trabalhando, peça a manhã ou a tarde de folga. Você pode ter que passar por uma dinâmica de grupo, que normalmente demora pelo menos 2 horas.
  • Finalmente chegou a sua vez e você foi chamado? Tenha autoconfiança, demonstre energia, entusiasmo e disposição em conseguir a vaga e começar a trabalhar. Não se sinta menosprezado e nem aja como se você estivesse "medingando" um emprego. Da mesma forma que você precisa trabalhar, o empregador também precisa dos seus serviços e do seu conhecimento. Por isso, saiba vender seu peixe!
  • Durante a entrevista, reflita bem antes de responder. Não se precipite, mas também não enrole. Não dê respostas monossilábicas, como "sim", "não" e "é". Argumente, interaja com o selecionador. O maior beneficiado será você.

quarta-feira, 31 de março de 2010

Abertas inscrições de trabalhos para o 34º Encontro Anual da Anpocs, cujo tema será Ciberpolítica, Ciberativismo e Cibercultura


Já estão abertas as inscrições de tabalhos para o 34º Encontro Anual da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (Anpocs), que vai ser realizado de 25 a 29 de outubro, em Caxambu (MG). O Seminário Temático (ST) será sobre Ciberpolítica, Ciberativismo e Cibercultura. Poderão apresentar trabalhos mestrandos, mestres e doutores.

Os resumos de textos devem ser enviados até o dia 26 de abril.


O ST Ciberpolítica, ciberativismo e cibercultura pretende reunir pesquisadores que investigam os impactos das NTICs sobre várias dimensões das sociedades contemporâneas, tendo como foco três campos de investigação: a) ciberativismo, ou seja, o emprego das NTICs para promover novas formas de ação coletiva e ampliação da cidadania; b) ciberpolítica, ou seja, os impactos das NTICs sobre os sistemas políticos, abrangendo desde as instituições tradicionais de tais sistemas, até a criação de novos espaços de deliberação e participação propiciados pelo emprego destas mesmas NTICs na esfera pública; c) cibercultura, isto é, trabalhos que investigam como as NTICs estão propiciando a emergência de novas formas de identidades coletivas e processos de criação simbólica que integram os diversos atores sociais em novos universos de referência cultural.
Mais informações sobre os seminários e regras para submissão de papers e painéis podem ser encontradas no portal da Anpocs:

www.encontroanpocs.org.br/2010

sexta-feira, 26 de março de 2010

Meio quilo por habitante


É quanto o Brasil gera, todos os anos, contando apenas os computadores pessoais jogados fora.
Patrícia Cornils


ARede nº56.março de 2010 - O Brasil é campeão na geração de lixo eletrônico a partir de computadores, de acordo com estudo realizado, em onze países emergentes, pelo Programa Ambiental das Nações Unidas (Unep) e pela organização não-governamental Solving the E-Waste Problem (StEP). Divulgado em fevereiro, o levantamento mostra que os computadores que vão para o lixo todos os anos, no Brasil, somam mais de 0,5 quilo de resíduos por habitante. Poderiam ser recondicionados e continuar em uso. Ou ser reciclados, para que os componentes voltassem à cadeia de produção. Mas são descartados, e, pior, sem nenhum cuidado para impedir que os itens tóxicos contaminem o ambiente. Depois do Brasil, no estudo, estão África do Sul, México e Marrocos, que geram entre 0,4 e 0,5 quilo por habitante/ano de lixo; Peru e China, com 0,2 quilo/habitante/ano; e Senegal, Kenya, Uganda, Colômbia e Índia (0,15 por habitante/ano).


Se forem considerados, além de computadores, outros equipamentos eletrônicos, a quantidade de lixo eletrônico gerada pelos brasileiros chega a 1,9 quilo por habitante por ano.
Além de ocupar o primeiro lugar em descarte irresponsável de computadores, o país – o que tem menos dados e estudos oficiais ou centralizados sobre o tema, entre os participantes da pesquisa – também é o mais carente de marcos regulatórios para definir as responsabilidades dos consumidores, fabricantes e do poder público na gestão desses resíduos e na maneira de descartá-los. “O estudo equivale a uma senhora bronca no governo brasileiro e nas associações de classe do setor eletroeletrônico”, observa Felipe Andueza, analista ambiental e participante do Coletivo Lixo Eletrônico. Parece que o lixo eletrônico não é muita prioridade para a associação que representa, a nível federal, a maioria das empresas de fabricação ou montagem, escreveram os autores do estudo da Unep. “A ausência de uma lei geral de gerenciamento de resíduos é o principal obstáculo para que se regulamente o que fazer com o lixo eletrônico”, completam. Um grupo de trabalho criado na Câmara dos Deputados para debater o Plano Nacional de Resíduos Sólidos apresentou seu relatório final, em outubro, mas o texto não foi ainda aprovado pela Comissão de Meio


Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Casa. Não se sabe quando a proposta, que desde 1991 teve variadas versões no Congresso, vai a plenário. Enquanto isso, aumenta a quantidade de lixo eletrônico gerada no Brasil. O estudo da Unep considerou, a partir de dados sobre a base instalada, que o Brasil gerou, em 2005, 368,3 mil toneladas de resíduos eletroeletrônicos (computadores, impressoras, celulares, televisores e refrigeradores), dos quais 96,8 mil seriam computadores.
Avalanche de lixo
No estudo, o ciclo de vida de um computador foi definido em cinco anos. Comparando-se os PCs vendidos no país em 2000 (2,9 milhões de desktops) e os vendidos em 2009 (12 milhões de desktops e notebooks), pode-se imaginar como o problema aumentou. “O descarte de equipamentos, no Brasil, não tem relação proporcional com o aumento do consumo porque os eletrônicos raramente são jogados fora quando quebram ou são substituídos por outro mais novo. Em geral, são estocados ou reutilizados antes de ser descartados, ao se tornarem realmente obsoletos”, explica Andueza. Além disso, a maior parte das pesquisas não leva em conta os equipamentos comprados no mercado informal. Não há dados confiáveis sobre o descarte enquanto não houver modelo de responsabilidade definido e sistema de coleta implementado, lamenta ele.
De qualquer maneira, pode-se supor que os números são gigantes. Em 2008, a comissão de sustentabilidade do Centro de Computação Eletrônica da


Universidade de São Paulo (CCE/USP) recolheu, no Dia do Meio Ambiente, seus equipamentos fora de uso. Também pediu aos 200 funcionários para levarem as máquinas obsoletas que tivessem em casa. Em um só dia, foram reunidas cinco toneladas de equipamentos. A USP tem mais de 15 mil funcionários e mais de 8 mil professores, compara a professora Tereza Cristina M. B. Carvalho, diretora do CCE. “Quanto não se deve gerar de lixo eletrônico, somente nos campi da universidade?”, questiona ela. De posse das cinco toneladas de lixo eletrônico, o CCE começou a procurar empresas de reciclagem. Só uma aceitou o lixo, pelo qual pagaria R$ 1,2 mil, se a instituição concordasse em transportar o material até o local de reciclagem. Em São Paulo, há cerca de 450 empresas de reciclagem, calcula a professora: “Estranhamos o fato de que não se interessaram pelos descartes e submetemos ao Massachussets Institute of Technology (MIT) um projeto para pesquisar por quê isso acontecia”.
A pesquisa constatou que essas empresas são muito especializadas: uma recicla apenas plásticos, outra, metais ferrosos, outra, metais não-ferrosos, outra, vidros. Por isso, o lixo só interessa depois de separado. O CCE fez, então, um convênio com a Itautec, que tem um centro de logística reversa, para adquirir tecnologia de separar os equipamentos. O CCE investiu R$ 630 mil na implantação do Centro de Descarte e Reúso de Resíduos de Informática (Cedir), cuja finalidade é receber, separar e encaminhar a empresas de reciclagem as máquinas descartadas pela USP. O Cedir tem como meta processar até 500 computadores por mês (cada um pesa dez quilos, em média) mas dispõe de capacidade para chegar a mil. O foco era receber os descartes da USP, mas a notícia da inauguração, em dezembro, gerou uma demanda enorme por parte de pessoas que querem dar um fim ambientalmente seguro a seus equipamentos.




Diariamente, chegam de 20 a 40 e-mails de pessoas querendo doar máquinas. Portanto, a partir de abril, o centro vai receber doações do público.


A premissa básica do Cedir é garantir um fim sustentável para o lixo eletrônico, fazendo-o voltar à cadeia produtiva por meio da reciclagem dos componentes reaproveitáveis, ou os entregando a empresas que realizem um descarte final ambientalmente correto. O centro pretende recuperar o investimento inicial e se tornar economicamente sustentável em três anos. No momento, se dedica a rever seus processos de separação de resíduos, para entregá-los de maneira atraente às recicladoras com as quais pretende fazer parceria. O Cedir também estuda formas de trabalhar em conjunto com comunidades ou associações de catadores, com o propósito de agregar uma dimensão social ao projeto.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Instituto do Legislativo promove palestra sobre Linux


O Instituto do Legislativo Paulista (ILP) irá promover, para toda a comunidade, a palestra Linux: Os programas gratuitos como fonte de inclusão social, em 26 de março, sexta-feira, com objetivo formar agentes multiplicadores de forma a disseminar o conhecimento sobre novas ferramentas da informática disponíveis à população. A palestra será ministrada por Cristina Simões e acontecerá na sala de aula do Instituto, na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, das 16h às 19 horas.


Diante das constantes modificações tecnológicas que têm sofrido a sociedade atual, ter conhecimento dos diversos sistemas e programas de computador torna-se uma forma eficiente de administração do tempo, dos relacionamentos, procura por trabalho e exercício da cidadania. Na palestra serão abordados o histórico e as vantagens do uso, além do impacto social e econômico do sistema operacional.


Para se inscrever, a fim de assistir a palestra, o interessado deve acessar página do ILP na internet

Sistema operacional desenvolvido pelo finlandês Linus Torvalds, no Departamento de Ciência da Computação da Universidade de Helsinki, o Linux, implantado em 05 de outubro de 1991, tem grande aceitação por conta da arquitetura interna e portabilidade.



O simpático pinguim como mascote do surge, em 1996, contrariando a ideia que um sistema operacional de informática deveria ser simbolizado por montros ou animais agressivos.