terça-feira, 22 de dezembro de 2009

20 tendências que não vão acontecer em 2010

Relatório da consultoria ABI Research aponta as tecnologias que, na contramão das previsões, não vão deslanchar no próximo ano.


A consultoria ABI Research divulgou nesta sexta-feira (18/12) seu relatório anual sobre o que não vai acontecer no mercado de tecnologia em 2010. Sim, isso mesmo. Ao contrário das tradicionais listas que apontam o que é mais provável, a consultoria norte-americana decidiu preparar um documento sobre o que não vai acontecer em 2010. Veja a seguir a avaliação dos especialistas e dê sua opinião, participando da enquete do site Computerworld.

1- Leitores eletrônicos não terão apelo de massa
Apesar dos fornecedores dizerem que livros eletrônicos seriam o maior hit tecnológico do fim de 2009, esses equipamentos ainda não têm valor para o mecado de massa. Os "early adopters" desses aparelhos são, comumente, pessoas que viajam a trabalho e leitores vorazes que encontram conveniência em carregar apenas um aparelho, no lugar de diversos livros. Mas qual é o mercado total de pessoas que leem com frequência? Os livros eletrônicos não devem ganhar apelo de massa em 2010 até que ganhem novos modelos de negócios e categorias.

2- Não haverá um “iPhone Killer”, mas vários aparehos que “querem ser um iPhone”
A corrida para copiar o conceito do celular da Apple continua, com praticamente todo o mercado de smartphones lançando aparelhos com tela sensível ao toque e cantos arrendodados. Mas quase nenhum dos atuais modelos tem o apelo que o celular da Apple trouxe para o mercado. Mais: eles terão um trabalho duro para provar que são mais que uma cópia e realmente são bons produtos.

3- Telefones chineses não vão destruir o mercado de aparelhos
Reportagens recentes alertam para o fato de que os celulares produzidos na China vão destruir mercados em desenvolvimento e as vendas de fornecedores como Nokia e Samsung. Embora seja importante ter conhecimento da existência e do avanço desses aparelhos, eles dificilmente vão causar danos à já estabelecida indústria de celulares.

Primeiro porque marca é importante. Muita gente não entende muito como consumidores valorizam e confiam em uma marca. Mas é esssa é a razão da popularidade de Nokia e Samsung em regiões em desenvolvimento, bem como de suas participações de mercado. Eles projetaram aparelhos de baixo custo com especificações voltadas para determinados países, o que inclui recursos, localização de idioma e serviços. Assim, é difícil que um aparelho "fake" consiga competir com as duas empresas devido a suas marcas e cadeias de distribuição.

Em segundo lugar, celulares não são descartáveis. Modelos chineses de baixíssimo custo e falsificações destruíram mercados emergentes no passado no que tange a mercadorias cujo uso era absolutamente descatável, porque a qualidade não importava. No entanto, nesses mesmos mercados, a troca de aparelhos leva anos, o que significa que um produto durável e de qualidade faz a diferença.

Em terceiro lugar, é fácil implementar contramedidas para bloquear o acesso de telefones falsos ao mercado. Quando esses aparelhos se tornaram um problema de segurança na Índia, o governo pediu a operadoras que cortassem a conectividade de qualquer aparelho que não pudesse ser registrado na rede por meio de um código chamado IMEI. Isso foi feito porque terroristas estavam usando aparelhos que não podiam ser rastreados. Não há impedimento para que a indústria não faça lobby para medidas semelhantes em outras regiões.

Em quarto lugar, o preço de aparelhos continua a cair. O último lançamento da Nokia de um modelo ultrabarato custa 20 euros, sem subsídio. O próximo ano verá quedas de preços maiores, acabando com a única vantagem de um aparelho falso.

4- Modems PCMCIA não vão voltar com força
Apenas 2,3% de todos os celulares, roteadores e modems de banda larga móvel vendidos em 2010 usarão PCMCIA, CardBus ou ExpressCard (chamados coletivamente de PC Card). Essa tecnologia que, por anos, foi usada, perdeu terreno com a chegada de modems USB, que devem responder por 74% de toda a conectividade do mundo em 2010. Em 2008, PCMCIA respondia por 27% da produção de modems da fabricante Sierra Wireless e por 34% da Huawei e da ZTE.

A flexibilidade do USB é o principal fator que fez com que esse padrão ganhasse força tão rapidamente. PC Cards funcionam apenas em laptops, já que netbooks e outros devices de acesso à internet são produzidos nos menores dimensões. Outra razão é a conveniência que o USB oferece à indústria no que diz respeito à padronização. Com menos variações, os custos permanecem baixos.

5- Femtocells não vão sumir
O mercado de femtocells, que parecia tão promissor não cumpriu o que prometia. A ABI Research reduziu suas previsões, mas isso não quer dizer que vemos um futuro sombrio para este mercado. No entanto, alguns recentes anúncios que ocorreram na França podem nos dar sinais do que o futuro reserva para mercados desenvolvidos. Para quem não sabe, femtocells são pequenas estações radiobase usadas para coberturas dentro de residências e que possibilitam a cobrança de chamadas ou conexões de dados, com preços de telefonia fixa quando o usuário está em casa.

A França é um microcosmo do futuro da convergência do tráfego fixo-móvel. Lá, a penetração de celular é alta, bem como há boas ofertas para consumidores de banda larga com velocidades superiores a 200Mb. Além disso, existe um vibrante ambiente competitivo, com o produto Unik, da France Telecom (baseado em Wi-Fi) e o recente anúncio de um serviço baseado em femtocells da SFR.

Este é um indicador de como mercados competitivos serão inevitavelmente obrigados a usar essa tecnologia, ao encarar a necessidade de solucionar questões ligadas a tráfego e tendências de receita por usuário. Haverá um embate entre um "femto" ambiente, controlado, e um ambiente W-Fi, menos controlado.

6- Mas aplicações femtocell ainda não vão decolar
Espera-se que as operadoras de femtocell deixem de oferecer cobertura básica de voz e mudem para um segundo estágio, oferecendo velocidades de dados para cobertura indoor. No entanto, a pergunta é: quando o terceiro e mais excitante estágio - "zonas de aplicações de femtocell" - verá a luz do dia? Esse conceito nada mais é do que serviços e aplicações que podem ser oferecidos por meio de femtocell, usando informações críticas sobre o usuário, como localização, por exemplo.

O ano de 2009 foi um banho de água fria em relação a volumes para os fornecedores de femtocell, mas há esperança para 2010. A ABI prevê que nos Estados Unidos cerca de 25% dos consumidores teriam interesse na proposta básica da femtocell: cobertura de voz em casa. Mas para que femtocells realmente se tornem algo de massa, as operadoras têm de oferecer incentivos adicionais.

Identificar a presença e a localização do morador em sua casa é um aspecto muito poderoso que pode ser utilizado pelas operadoras em conjunto com anunciantes ou outros provedores de serviços para realmente dar início a uma ervolução no mundo das aplicações e serviços femtocell. Um exemplo de aplicação femtocell com bom apelo comercial é uma assinatura de revista/jornal que é entregue no aparelho móvel todos os dias ou na frequência escolhida, quando o usuário chega em casa ou está em casa.

Em novembro de 2009, a NTT DoCoMo, no Japão, se tornou uma das primeiras operações do mundo a oferecer aplicações do tipo, começando com alertas via SMS. A expectativa é que operadoras na América do Norte e na Europa comecem a oferecer soluções do tipo em 2010, no entanto, o próximo ano deverá ser mais a respeito serviços de dados e ofertas conjuntas do que aplicações.

As operadoras parecem estar dispostas a se mover em relação a femtocell na sua própria velocidade e a controlar o crescimento da femtocell para garantir que seus sistemas de back-end e redes possam se ajustar a equipamentos que se configuram e ajustam sozinhos, como os baseados nesta tecnologia. As zonas de aplicações femtocell, por outro lado, exigirão tempo e custo adicionais para serem desenvolvidas, testadas e integradas a sistemas de cobrança e gerenciamento.

Apesar desses fatores, os fabricantes de equipamentos femtocell estão fazendo pressão sobre aplicações, com a criação de um grupo chamado Special Interest Group (SIG) do Femto Forum para padronizar o desenvolvimento de aplicações. Embora este seja o caminho certo para desenvolver o futuro das aplicações femtocell, ainda estamos vivendo os primeiros estágios para identificar modelos de negócio e de comercialização de aplicações femtocell.

7- Pagamentos entre pessoas por meio de dispositivos móveis não serão aplicações de massa
Durante o mês de novembro, alguns anúncios a respeito de soluções de pagamento entre pessoas (P2P) foram feitos nos Estados Unidos. Mas este tipo de solução não será uma realidade, porque é um mercado de nicho. A ABI Research sempre foi cética em relação a P2P em países desenvolvidos, onde a possibilidade de pagar pessoas com dinheiro ou cheque é relativamente conveniente.

Além disso, basta analisar o histórico de pagamentos P2P. A PayPal oferece pagamentos P2P desde 1999 e cresceu para mais de 160 milhões de usuários em todo o mundo - embora a companhia admita que a vasta maioria deles está amarrada ao eBay. Sua rival Obopay, comprada pela Nokia este ano, originalmente tinha foco em P2P nos EUA, mas mudou sua estratégia para países em desenvolvimento. Certamente, os dois casos refletem o mercado norte-americano de pagamentos móvel P2P, ou a falta dele.

O P2P é uma forma potencial dos bancos atingirem pessoas que ainda não são clientes bancários, mas têm telefones celulares. Por hora, esta é apenas uma cartada para bancos conseguirem novos clientes.

8- Vídeo na internet não vai provocar um êxodo de assinantes de TV paga
Nos últimos anos, analistas, marketeiros e outros especialistas da indústria vêm falando sobre o fim da TV paga como ela é conhecida. A expectativa era de que o vídeo na internet se tornasse tão popular e difundido que os consumidores abandonassem a televisão por assinatura via cabo, satélite e IPTV para assistir a seus programas favoritos na internet. Apesar de ser atraente, muitos fatores fazem com que essa possibilidade seja improvável, pelo menos no curto prazo.

Primeiro, vídeo na internet é muito mais difícil de navegar em comparação ao seviço tradicional de TV. Em segundo lugar, o modelo de negócios de vídeo na web ainda não está pronto para fazer sentido para um ecossistema totalmente baseado em publicidade. A ideia de gratuidade pode checar ao fim para aqueles a favor do vídeo na internet. À medida que o vídeo na internet amadurece e se torna mais parecido com serviços de TV paga, o apelo de deixar de pagar a TV por assinatura perderá força.

9- Por outro lado, a maioria dos vídeos online não será oferecida no modelo "pay-per-play"
Mais do que forçar modelos "pay-per-play", serviços e provedores de conteúdo para vídeo na internet devem encontrar formas criativas para gerar receita por meio de publicidade interativa e focada. À medida que equipamentos conectatos à banda larga criam pontos adicionais de contato a conteúdo online, a necessidade de estabelecer um modelo torna-se mais vital, porque consumidores vão encontrar formas para acessar o conteúdo.

10- Redes sociais não vão escapar ilesas a brechas de segurança
Os gerentes de TI vão encarar um crescente número de ataques associados a ferramentas e sites de redes sociais. E telefones celulares não vão escapar desses ataques.

11- Universidades não vão deixar de liderar a adoção de redes 802.11n
As universidades vão continuar a desenvolver a maior parte das implementações de 802,11n em 2010. Elas continuarão a ter as maiores necessidades de fazer isso devido ao crescimento do uso de vídeos nos campi, bem como da demanda por largura de banda em grandes salas de leitura e dormitórios.

Mesmo com o desenvolvimento do 3G e o início do 4G, o WiFi não vem desacelerando. Os chips WiFi estão presentes em cada vez mais dispositivos e essa tecnologia é crucial para operadoras móveis (a menos que a femtocell ganhe força) para desviar o tráfego da rede WWAN e prover a melhor experiência possível para consumidores que utilizam dispositivos móveis cada vez mais potentes.

12- Telepresença não será uma grande tendência
O anúncio da Cisco há alguns meses sobre a aquisição da Tandberg foi suprimido pelas dúvidas que cercam a aquisição. O mercado de telepresença foi impulsionado pelos altos preços de viagens, mas existem lacunas sérias de interoperabilidade de hardware e software de fornecedores, bem como custo de equipamento, que continuam a impedir o avanço desse crescimento.

13- Softwares de navegação rua-a-rua não serão gratuitos
A comoção causada pelo anúncio do Google de navegação rua-a-rua gratuita em celulares com o Android nos Estados Unidos, ainda existe um mercado que valoriza alta qualidade e serviços premium em celulares. De forma semelhante, ainda haverá mercado para os tradicionais GPS. Além disso, a existência de alternativas gratuitas continuará a pressionar preços e aumentar as expectativas dos usuários em relação à qualidade da rota, dos mapas e da usabilidade da interface de serviços pagos.

14- Operadoras não ficarão de fora do mercado de LBS
Apesar do grande sucesso de serviços de localização (LBS, Location Based Services) de terceiros no iPhone, as operadoras não ficarão de fora desse mercado por conta das plataformas independentes. As operadoras, principalmente as norte-americanas, ainda são os fornecedores de LBS que têm a preferência dos consumidores.

Elas contam com a confiança e, na percepção dos consumidores, garantem a privacidade e o nível de suporte que não pode ser igualado pelos outros participantes do mercado. O grosso das receitas de LBS em 2010 ainda será gerado por operadoras e não pelas plataformas de terceiros. Estas continuam presas no desafio de encontrar o modelo certo de monetização.

15- Telemática não ganhará o status de aplicação de massa
Em relação à telemática, a expectativa de desenvolvimento há muito tempo anunciada não ocorrerá. Apesar da mudança de atitude, a implementação - e a execução - da legislação levará mais tempo do que o esperado e, ao mesmo tempo, a indústria automobilística continua presa ao velho paradigma de tecnologia proprietária e de longos ciclos de desenvolvimento.

16- HP não engolirá a 3Com tão suavemente
A aquisição da 3Com pela HP não ocorrerá de forma tão suave quanto algumas pessoas pensam. As culturas das duas empresas não são sequer parecidas - pense no Vale do Silício encontrando Pequim. Igualmente problemática é a duplicação de equipamentos de comutação para pequenas e médias empresas.

17- O GSM não morrerá
Embora a tendência de longo prazo seja a desaceleração para o mercado de equipamentos GSM/GPRS/EDGE, boa parte do terceiro mundo ainda está desenrolando infraestrutura e aparelhos com essas tecnologias. Embora a maioria das modernas estações radiobase possam passar por um upgrade para WCDMA e LTE, as necessidades de comunicação de países de terceiro mundo serão satisfeitas pelas tecnologias GSM/GPRS/EDGE, mais básicas, ainda por algum tempo.

18- Estações radiobase "verdes" não terão um grande desenvolvimento
Estações radiobase de energia renovável são oferecidas pela maior parte das principais empresas de infraestrutura de telecomunicações como Alcatel Lucent, Nokia Siemens, Huawei e Ericsson. No entanto, muitos destes fornecedores estão direcionando suas soluções alternativas para países em desenvolvimento como África, Índia e localidades do Extremo Oriente.

Em 2010, 24 mil estações de energia renovável devem ser adicionadas, sendo quase todas em locais que não possuem rede elétrica. Este foco também se reflete no posicionamento de uma das maiores associações da indústria de mobilidade, a GSMA, que lançou o programa ‘Green Power for Mobile’, em 2008. O projeto visa a colaborar com a criação de 118 mil novos e atuais centros de geração de energia em regiões remotas e rurais da África e da Índia até 2012.

O nível de maturidade das tecnologias para geração de energia solar e eólica, entretanto, não é suficiente para ganhar escala, afirma a ABI Research. O retorno sobre o investimento nestas operações varia de três a seis anos. Além disso, na avaliação da ABI, a indústria de mobilidade ainda não atentou para outro fato importante: há localidades com fornecimento parcial de energia elétrica, em países como Índia e China, nas quais muitas estações radiobase são movidas a diesel por um período de 12 horas a 14 horas por dia.

Os movimentos em relação a estações de energia renovável precisam ir além do foco em locais sem rede elétrica, em áreas rurais e remotas. Sem iniciativas da indústria de mobilidade para expandir o alcance das estações de energia renovável, é pouco provável vermos inovações em tecnologias movidas à luz solar ou ao vento que cheguem ao mercado de massa.

19- LTE não será lançado em todo o mundo
Com a maioria das operadoras destinando investimentos a aumentar as capacidades de suas redes 3G, os investimentos em LTE devem começar em alguns anos - apesar dos recentes anúncios de redes com essa tecnologia.

20 - Mas o RFID continua fazendo barulho...
De acordo com uma pesquisa da ABI sobre RFID feita com usuários, os investimentos em tecnologias de identificação por radiofreqüência não devem cair em 2010. Entre os participantes da pesquisa, um terço pretende manter o mesmo nível de investimento nesta área, 11% citaram que pretendem reduzir os investimentos em RFID e 8% responderam que não planejam investir na tecnologia em 2010.

A tendência de gastos está sendo direcionada pela contínua expansão de segmentos de alta frequência como pagamentos por contato e ticketing, além de avanços nos segmentos de varejo de moda, gerenciamento de ativos e de logística da cadeia de suprimentos. A pesquisa indica que os atuais usuários de RFID elevarão os investimentos em seus atuais sistemas e programas de RFID. A informação sinaliza que a tecnologia deve receber aportes significativos em 2010, acompanhando o ritmo de recuperação econômica.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Net adere a programa de banda larga popular de São Paulo na 3ª Feira



SÃO PAULO (Reuters) - A Net, maior operadora de TV por assinatura do país, assinará na terça-feira o ingresso da empresa no Programa Banda Larga Popular do governo do Estado de São Paulo.

De acordo com a Net, o acordo entre a companhia e o governo paulista será assinado em solenidade com presença do presidente da empresa, José Felix, e do secretário estadual da Fazenda, Mauro Ricardo Machado Costa.

O Programa Banda Larga Popular foi lançado em 15 de outubro pelo governador José Serra, para permitir acesso rápido à Internet por 29,80 reais mensais, ante os cerca de 50 reais cobrados em pacotes básicos de banda larga.

O mercado potencial abrange 2,5 milhões de residências. Desse universo, pouco menos de 700 mil casas possuem computador sem Internet, e as demais têm conexão discada.

No lançamento do programa, a Telefônica era a única parceira do governo na iniciativa.

Pelo lado do governo, a redução dos preços do serviço é possível pela isenção do ICMS. As empresas prestadoras, por sua vez, reduzem o preço da banda larga oferecida dentro do plano para se chegar a um desconto final ao redor de 40 por cento no valor cobrado do usuário.

Pelo programa, o cliente tem direito a um modem, instalação e serviços de provedor de Internet com velocidade mínima de 200 Kbps e máxima de 1 Mbps.

Quase uma semana depois do lançamento do programa paulista, em 21 de outubro, o presidente da Net revelou que a empresa pretendia lançar até o final do ano um produto de banda larga popular em parceria com o governo de São Paulo.

Naquela ocasião, Felix disse que o pacote da Net deveria ter velocidade de 200 Kbps.

"Temos que entender a real finalidade do produto. É voltado à população que tem que ser incluída no mundo digital... Não adianta dizer que vamos colocar 500 Kbps ou 1 megabyte no produto, porque não é essa a finalidade", afirmou o executivo à época.

Na bolsa paulista, as ações da Net avançavam 2,32 por cento às 12h44 para 23,80 reais. No mesmo horário, o Ibovespa subia 1,17 por cento.

Tecnologia e visões do futuro, em “Brainstorm”

Filme de ficção científica feito na década de 1980 e agora relançado em DVD merece melhor reconhecimento do que obteve na época.

Douglas Trumbull, designer de efeitos especiais, que ficou conhecido e badalado pelo seu trabalho em “2001, Uma Odisséia no Espaço”, e filmes como “Blade Runner”, ou “Contatos Imediatos do Terceiro Grau”, fez um filme com o nome de “Brainstorm”, com pouca ou nenhuma repercussão sobre ele, exceto que foi o último filme da atriz Natalie Wood.

Acontece que diretor e roteiristas ainda estavam sob o encantamento das premissas premonitórias de “2001”, e o pouco reconhecimento do filme de nada adiantou para a divulgação do seu interessante conteúdo, particularmente na comunidade mais voltada para a ficção científica. Olhando novamente o filme hoje e com mais calma, nota-se que muito do seu conteúdo pouco tem de ficção: ele nos mostra na tela o cenário típico da informática dos anos de 1980, época na qual a microinformática disparou para a posição em que ela se situa hoje, na vida de todos nós.

Visões do futuro

Arthur C. Clarke, autor do livro no qual “2001” se baseia, foi quem mais previu a evolução dos métodos de comunicação do futuro. Foi ele quem propôs a comunicação por satélite e em 2001 ele antevê a ligação telefônica de longa distância com imagem, concretizada pouco mais de vinte anos após o filme.

Mas Brainstorm também fala da manipulação de massa, através do invento de comunicação da cientista Lillian Reinolds, e da preocupação da mesma com o uso antiético e indevido do equipamento. E, de fato, a trama do filme acaba por envolver a aplicação secreta, com finalidades militaristas, feita nas costas dos seus pesquisadores. A própria palavra “Brainstorm” tem este tipo de significado: o pânico nervoso, o ataque psicótico, ou a mais singular e violenta de todas as lavagens cerebrais. Portanto, não é por acaso que os cineastas tivessem colocado “Brainstorm” como cognome para o avanço científico conseguido e para o projeto militar que o tornaria a mais suja das armas, simultaneamente.

O filme nos mostra o lado bom desse avanço enfaticamente, que é a necessidade de romper barreiras de comunicação entre seres humanos. E, de tabela, usa o casamento falido entre Michael e Karen Brace, para dar sentido à importância do reconhecimento das promessas esquecidas de outrora, de saber como as pessoas se sentem, quando a relação afetiva chega a um suposto impasse irreconciliável.

Olhando essas perspectivas apontadas no filme com o que vem acontecendo no mundo desde uns 15 anos para cá, dá para perceber o quanto avançamos e o quanto retrocedemos nessa coisa da comunicação. A Internet, por exemplo, é um marco nas comunicações e na formação de opinião da sociedade, mas é também uma maneira de aumentar a manipulação de massa, de programar golpes e esquemas, de roubar informação, e de invadir a privacidade alheia!

O filme aponta essa dualidade de propósitos, em cima do mesmo avanço tecnológico, e com fortíssimo senso moralista. Forte o suficiente, para justificar a penetração no sistema, com o objetivo de destruí-lo. E para conseguir invadi-lo, são os próprios pesquisadores quem se lançam como hackers, para inseminar a programação original com instruções erradas, levando ao caos e a aniquilação de todo o trabalho malversado.

A informática dos anos 80

Quem viveu essa época, irá se lembrar, ao ver a cenografia do filme, como estávamos naquela época. Eu costumo dizer aos amigos mais próximos, que a informática da década de 1980 foi, para nós, uma escola. Ali, tudo mudou, os rumos e as tendências. Foi uma época de transição, de definição e de tomada de decisões, que acabaram por alavancar a informática ao estágio que ela está hoje.

Houve um momento dessa transição, creio eu, em que a informática convencional excluiu os microcomputadores desse cenário evolutivo. E, de fato, era impensável se trabalhar com um processador de 8 bits e 64 kbyes de memória, e ainda querer se conseguir alguma coisa de útil. Mas, isso aconteceu, e foi a base para o que veio depois. Na evolução da informática, foram os amadores, mais do que os profissionais, que empurraram a necessidade de se conseguir um hardware melhor, de maneira a aumentar os recursos físicos nos quais programas mais complexos pudessem ser escritos.

Houve, na verdade, um momento de inacreditável criatividade, com programadores tirando leite de pedra, para conseguir memória e processar dados em tempo real, sem o quê nenhum sistema poderia ser construído, em equipamentos tão pequenos.

O filme nos mostra ainda aqueles monitores gigantescos e desengonçados, de baixíssima resolução, ao lado de modems que ainda falavam com a ajuda de monofones. Equipamentos que iriam desaparecer para sempre, na década seguinte.

A edição nova em DVD

Todas as edições anteriores de Brainstorm em home vídeo foram incapazes de reproduzir corretamente o seu formato de cinema, inclusive a versão anterior em DVD da M-G-M. Na nova edição, lançada pela Warner, as intenções cinematográficas do diretor são finalmente reveladas:

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O filme foi feito em processo fotográfico duplo, usando-se lente esférica (filme plano), em 35 mm, a 1.85:1, nas partes que não incluem o uso do equipamento Brainstorm. Na tela widescreen completa, a 2.35:1, essa é a imagem que se vê:

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O segundo e principal processo fotográfico era originalmente, mais ambicioso: rodar o filme em 60 quadros por segundo, com o uso de negativo em 65 mm. O processo foi batizado de “Showscan”, mas nunca chegou aos cinemas. Somente as cenas contendo a varredura cerebral, do tipo realidade virtual, são mantidas neste formato. As demais foram feitas por processo Super Panavision 70, com cópias em 70 mm distribuídas aos cinemas à época. Aqui no Brasil, eu não me lembro de ter visto este tipo de cópia, mas também como não assisti ao filme na época, não posso afirmar com segurança.

De qualquer maneira, mesmo em 35 mm, as cópias são obrigadas a mostrar a mudança de enquadramento e relação de aspecto. Nas cenas em 70 mm, a maioria foi feita com lente grande angular, dando um efeito fotográfico semelhante aos primeiros filmes panorâmicos feito com este tipo de efeito (Cinerama, Todd-AO). O resultado pode ser visto logo abaixo:

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E numa tomada, cujo visual nos é familiar:

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A transcrição em DVD é tão boa, que logo a gente se pergunta por que cargas d’água a Warner não lançou o filme direto em Blu-Ray. No DVD, pelo menos, ainda é possível ver a diferença de nitidez entre as tomadas de 35 mm e as de 70 mm. Na embalagem, a Warner dá a pista de que os negativos-fonte foram reduzidos a 35 mm, antes da telecinagem ser feita, como, aliás, tem sido hábito do estúdio, para melhorar a reprodução de filmes em 70 mm em DVD.

A parte de áudio também foi bastante modificada. As transcrições em vídeo anteriores usaram Dolby ProLogic (4.0 matricial), mas neste caso a trilha original em 6 canais da cópia em 70 mm parece ter sido a fonte para esta edição. A parte em 35 mm está localizada no canal central, em amplo contraste com as cenas em 70 mm, que envolvem completamente o espectador. Isto dá uma dimensão extraordinária ao filme, incapaz de ser percebida antes, com a fidelidade em surround anteriormente oferecida. Um grande avanço no áudio, portanto, que certamente agradará tanto ao cinéfilo quanto ao hobbyista.

Comentários finais

Um dos pontos nevrálgicos da ficção exposta em Brainstorm está na gravação da morte da cientista principal, e cuja reprodução iria acarretar risco de morte a quem usasse o receptor cerebral do sistema. Mas, após as modificações nos circuitos relevantes serem feitas, a curiosidade científica toma conta do seu assistente, para saber o que acontece após a morte.

Aqui, curiosamente, os cineastas não usam uma abordagem “científica”, porque, se assim o fizessem, teriam que lançar a gravação para o limbo e para a obscuridade, dizendo assim o que a ciência oficial nos diz a respeito da morte: que ela é o término da vida, ou seja, não acontece mais nada após a morte.

As cenas post mortem mostram um universo de imagens, sujeitas a interpretações religiosas de qualquer tipo. Anjos, planetas e retrospectos de vida nos fazem duvidar se é isso que os cineastas pensam sobre a morte, ou se as cenas foram incluídas, para evitar insultar ou agredir a platéia com convicções religiosas.

Imagino que para o cinéfilo, pouco importa o motivo. As cenas têm uma beleza gráfica, como seria de se esperar do diretor, em um momento do cinema quando não se tinha maiores recursos de computação gráfica para se conseguir este intento.

O filme teve produção problemática, por causa da morte de Natalie Wood. Algumas cenas foram feitas com uma dublê, caso contrário ele seria terminado. Depois, houve ameaças de colocá-lo em permanente arquivo, devido provavelmente à relação pouco amistosa entre o diretor e o estúdio. Que novidade…

Brainstorm teria merecido melhor acolhida nos cinemas, e certamente uma melhor edição em mídia doméstica. A edição atual em DVD ainda está restrita ao mercado norte americano e ao japonês, e nem se fala numa possível edição em Blu-Ray. Uma pena. Acho eu que, diante do retrospecto de conteúdo, o filme merece estar presente nas prateleiras do resto do mundo, em reconhecimento ao bom trabalho e ao bom cinema de ficção científica, feito na década de 1980! [Webinsider]

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Tecnologia: o que comprar e não comprar neste Natal?


Decididamente, 2009 foi o ano do Netbook. Em 2008, eles surgiram como fenômeno de vendas e apresentaram um periférico diferenciado. No lugar do HD convencional, entrou a memória SD, um dispositivo de armazenagem lógico e muito rápido. O problema da memória SD é a sua capacidade limitada de armazenamento, tipicamente de 8GB ou 16GB em Netbooks. Numa época em que a capacidade de armazenamento torna-se fator de decisão de compra, esses modelos de Netbooks com memória SD perderam espaço no mercado para os Netbooks com HD convencional. Neste Natal, vai ser fácil encontrar Netbooks com 250GB de HD e memória RAM de 2GB.


Outra tecnologia que está passando por mudanças é o DVD. Hoje, é possível encontrar opções do equipamento muito baratas. O problema que o DVD enfrenta é a concorrência com a tecnologia Blu-ray. O Blu-ray é um formato de disco de altíssima capacidade de armazenamento, o que permite a execução de filmes em alta definição (HDTV). Por isso, este é um momento de transição. Quem precisar de um equipamento simples e barato, pode apostar no DVD. Já quem deseja montar um Home Theater, incluindo TV LCD ou Plasma e Sistema de Som, deve partir para o Blu-ray, pois ele vai proporcionar uma experiência mais rica em vídeo e áudio. Mas, para que essa experiência fique ainda melhor, procure equipamentos de Home Theater com saídas HDMI, que fornecem alta fidelidade de áudio e vídeo em um único cabo. O único fator limitante do Blu-ray é o preço, uma vez que ainda é bem mais caro que o DVD.

Ainda na linha do Home Theater, temos as TVs de Plasma e LCD. Com a chegada do sinal de TV Digital no Brasil em 2008, as vendas deste tipo de TV dispararam. Neste Natal, evite as TVs sem o conversor digital integrado e aquelas que não sejam Full HDTV. Em 2009, os preços das TVs de Plasma e LCD caíram bastante, o que tornou mais viável a sua aquisição. Na hora de comprar, procure os modelos Full HDTV com entradas HDMI. Seu Home Theater vai ficar completo.

O ano de 2009 também foi marcado pela hegemonia do notebook sobre o desktop. O desktop, embora com ótimas opções de configuração, perdeu espaço por sua falta de mobilidade. Outro dinossauro praticamente sepultado foi o monitor de tubo. Hoje, mesmo as configurações mais simples dos desktops vêm com monitor LCD. Os notebooks oferecem configurações semelhantes aos desktops por preços não proibitivos. Então, a menos que se deseje um computador com um HD enorme ou uma tela de monitor acima de 15", neste Natal, aposte nos Notebooks e Netbooks.

Finalmente, em 2009, tivemos o lançamento do aguardado Windows 7. Ele chega com boas referências e a opinião dos especialistas foi favorável no lançamento. Com isso, o Windows Vista, tão criticado e cheio de problemas, deixa de ser interessante. Então, neste Natal, vá de Windows 7 ou procure computadores que venham com ele instalado.


O que está "bombando" em 2009?

O ano de 2009 também presenciou a consolidação de algumas tecnologias e equipamentos que chegaram há mais de um ano e ainda despertam desejos de consumo, podendo "bombar" neste Natal.

Por isso, 2009 também foi o ano das seguintes tecnologias:

  • Celular 3G e iPhone
  • Tela Touchscreen
  • Ipod Touch
  • Smartphones
  • Games: Play Station 3, Xbox 360 e Nintendo Wii
  • Celular com Som Stereo
  • GPS
  • HD Externo


Juntando-se a estas tecnologias, temos algumas inovações que prometem. São elas:

  • TV com tecnologia LED
  • Project Natal, que é um equipamento que oferece uma experiência de realidade virtual ao game Xbox 360.

Todas essas tecnologias são sucesso neste final de 2009.

E o que esperar de 2010?

Para o próximo ano, podemos esperar que as tecnologias que estão na moda continuem em evidência.

Mas existem aquelas que devem virar tendência ou realidade em 2010. Dessa forma, podemos esperar que as seguintes tecnologias despontem e consolidem-se em 2010:

  • Videoconferência Gratuita - Integrada aos comunicadores, vai fornecer uma interface de vídeo para que vários usuários possam visualizar as chamadas simultaneamente.
  • Google Docs e Cloud Computing - Devem crescer muito com o lançamento do Chrome OS, o Sistema Operacional do Google que promete não precisar de aplicativos instalados no computador. O Chrome OS vem com a promessa de ser o Sistema Operacional ideal para Netbooks.
  • Hiperconectividade - Com o crescimento do 3G e do WiFi, podemos ficar conectados em mobilidade. Aliado às conexões domésticas e corporativas, temos a possibilidade de ficarmos "online everytime and everywhere".
  • Para aumentar a lista de tecnologias de Banda Larga, em 2010 temos a chegada do PLC, ou Banda Larga pela Rede Elétrica. Essa tecnologia vai entregar a conexão de Internet na tomada de energia e já foi autorizada pela Anatel.
  • Para finalizar, em 2010 poderemos ter a entrada das conexões de Banda Larga acima de 30Mbps, conhecidas como 4G. Essa tecnologia vai possibilitar a reprodução de TV online e sob demanda, além de Rádio Online, ambos com alta fidelidade.


Esse é o cenário da tecnologia para o próximo ano. Façam suas apostas e aguardem para ver!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Empresas abrem 25 vagas na área de TI em todo País

CPM Braxis busca analistas de sistemas para trabalhar em Salvador e Alterdata Software tem diversas posições para várias cidades do País. Na Inove Consulting, as oportunidades são para trainees.


O mercado de Tecnologia da informação continua contratando. A empresa de serviços CPM Braxis abriu três vagas para analistas de sistemas em Salvador (BA).Os profissionais atuarão em um projeto internacional de um grande cliente do segmento financeiro. Exige-se que os candidatos possuam inglês fluente e formação em Ciência da Computação.

As vagas são divididas em três níveis. Para analista sênior (código 4014) é imprescindìvel ter experìência em desenvolvimento e suporte de aplicações Internet, com ênfase nas linguagens Java, J2EE, HTML, JSP, Javascript, Java Beans, Websphere, WebSphere MQ e Apache HTTP Server em ambiente Unix. É desejável conhecer o ambiente em Administração Websphere V 6.0, Jython, JACL, Oracle 10g, UML V2.0.

Para analista pleno (código javapleno), a empresa requer experiência com desenvolvimento de sistemas em Java, J2EE; Java Script; Hibernate; Struts; Websphere MQ. Enquanto a vaga para analista júnior (código 4600) exige atuação em desenvolvimento e suporte de aplicações Internet Java, J2EE, Struts ou Spring, Hibernate, XML, HTML, JSPs, JavaScript, Java Beans, WebSphere, WebSphere MQ, JMS, JUNIT, CVS, ferramentas de desenvolvimento Rational V6/ V7.

As oportunidades são para início imediato e as inscrições ocorrerão até o preenchimento dos cargos. Os interessados devem enviar o currículo para o e-mail fernando.cezar@cpmbraxis.com, com o código de uma das vagas no assunto do e-mail.

Já a Inove Consulting, especializada em serviços de TI com foco no mercado de Business Intelligence (BI), lançou seu programa de trainee. Foram abertas cinco vagas, em São Paulo, para recém-formados das áreas de Tecnologia, Matemática e Engenharia. Os candidatos passarão por três etapas no processo seletivo: provas de inglês, redação e lógica; dinâmica de grupo e entrevista.

O salário não foi divulgado, mas a empresa oferece benefícios como plano de saúde, vale refeição, seguro de vida, 13º e férias. Os interessados devem enviar currículo para o e-mail contato@inoveconsulting.com.br ou se inscrever no site www.inoveconsulting.com.br.

Enquanto a Alterdata Software tem 17 vagas para sua matriz, em Teresópolis (RJ) e para as filiais no Rio de Janeiro, São Paulo, Imperatriz (MA) e Teresina (PI). Há oportunidades para auxiliar de suporte nos sistemas de gestão empresarial (ERP) e programador para sistemas de automação comercial, entre outros.



O processo seletivo envolve análise curricular, seguido de uma primeira entrevista por telefone. Os selecionados serão encaminhados para entrevistas com os gerentes das áreas e, dependendo do cargo pretendido, seguem para avaliações e testes. A Alterdata oferece plano de saúde, vale refeição e vale transporte. Para se candidatar, os interessados devem entrar no site da empresa www.alterdata.com.br.