segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Idade não é documento


Idade já não interfere na habilidade de usar tecnologia, revela pesquisa

Levantamento feito nos EUA sob encomenda da Motorola conclui que predisposição a novas mídias é alta em todas as principais faixas etárias.
A idade do consumidor já não é capaz de determinar sua predisposição ou habilidade para usar serviços ou tecnologia multimídia.

Essa foi a conclusão de estudo da StrategyOne, encomendado pela divisão de mobilidade da fabricante norte-americana Motorola.
Os resultados foram divulgados esta quinta-feira (3/12) pela empresa e fazem parte do Barômetro de Consumo de Mídia 2009, elaborado pela consultoria StrategyOne.

A pesquisa ouviu mil norte-americanos entre 16 e 64 anos, que foram classificados em três categorias, de acordo com a geração a que pertencem: Boomers, Geração X e Jovens do Novo Milênio.
Embora o índice de predisposição à utilização de serviços e de tecnologia multimídia varie de acordo com a idade, o levantamento encontrou índices altos de aceitação em todas as faixas etárias.


Sempre online

Estar disponivel o tempo todo, por exemplo, mostrou ser uma necessidade para 79% dos jovens, 64% da Geração X e 65% dos Boomers. Já em relação a permanecerem conectados, o índice é ainda maior: 80% dos jovens, 78% da Geração X e 78% dos Boomers têm interesse em ficar online o tempo todo.


Sobre a influência que uma geração exerce nas outras, a pesquisa revelou que essa interferência é mútua: 62% dos pertencentes à Geração X dizem influenciar seus pais, ao passo que 79% dos Boomers dizem influenciar seus filhos.

Em relação aos jovens, 76% dizem influenciar seus pais da Geração X; no sentido inverso, 87% dos pertencentes à Geração X dizem influenciar os jovens.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Game Clube é destaque no Telecentro





Nas duas últimas semanas o Telecentro de Inclusão Digital de Osasco – Unidade Centro, ofereceu para a população nos meses de Novembro e Dezembro dias muito divertidos: TELECENTRO GAME CLUBE.

Crianças e adultos se reuniram para jogar e também matar a saudades de alguns jogos do passado (quem não tem saudades do Enduro ou River Raid, aquele mesmo do aviãozinho, no console Atari?) Alguns sites de jogos como Jogos Online, Pokemon, Mega Jogos (a 3ª Idade também gosta de jogar um Dominó online), Xadrez, Frozen Bubble, Gcompriz, e Tux Paint (jogos livres do Linux) entre outros foram muito acessados enquanto aguardavam sua vez para jogar os video games disponíveis tanto no computador quanto na televisão.

O sucesso foi tão grande que tivemos um número recorde de crianças em apenas um mês (Novembro) no Telecentro: 170 ao total. O Acesso Livre também foi bastante utilizado para pesquisas e trabalhos visando que estamos no fim do ano letivo e muitos alunos tem o péssimo costume de deixar para estudar ou fazer trabalhos de última hora e tirar “aquela nota” para não ser reprovado na escola. E o Telecentro Game Clube também contribui para a educação, só poderia participar da Oficina de Games quem tivesse as notas escolares boas e que para confirmarmos, teria que trazer o boletim para ser autorizado. E isso não foi problema, muitos trouxeram e puderam jogar, outros preferiram fazer pesquisas e trabalhos para recuperar-se na escola e o tempo perdido.

Como também o Telecentro tem a obrigação de ajudar a formar pessoas e auxilia-las e incluir tanto na Era Digital quanto na Era Profissional, todos que passaram por aqui tiveram total auxílio dos monitores, inclusive muitos agendavam horários para Cursos de Digitação Klavaro e também os cursos gratuitos online da Comunidade CDTC. ( www.cdtc.org.br/)

Podemos destacar que tivemos um movimento de muita qualidade em nosso Telecentro e lembrando que na Oficina de Games NÃO FORAM PERMITIDOS JOGOS VIOLENTOS E COM CONTEÚDOS IMPRÓPRIOS PARA MENORES (cenas de erotismo, violência, massacre, rascismo, nazismo, tiros e preconceito que alguns jogos atuais contém)E até mesmo para os adultos este conteúdos foram colocados para que as crianças presentes não observassem.

Tivemos o campeonato de futebol PES (Pro Evolution Soccer) onde tivemos a participação de 14 crianças jogando e competindo de maneira civilizada entre eles. Alguns preferiram jogar no emulador clássicos como Super Mario World, Sonic, The Legend Of Zelda e Donkey Kong Country.

Mas um dos momentos mais engraçados e marcantes da Oficina de Games foi o DESAFIO GUITAR HERO. Um aluno cedeu gentilmente o Playstation 2 e também a guitarra para jogarmos o Guitar Hero e podemos dizer que foi algo muito divertido onde muitos puderam “tocar um pouco”, até mesmo aqueles que não sabem tocar instrumento algum. Alguns preferiram no joystick mas a emoção de pegar a guitarra e ser um 'rock star' com os amigos foi bastante marcante para alguns.


Hoje encerramos o Telecentro Game Clube que dará espaço para o retorno dos Cursos de Informática Básica onde encerraremos o ano de 2009 com as duas últimas turmas.

As aulas terão início no dia 07/12 e terminarão dia 18/12/2009 e ainda temos vagas, basta entrar em contato conosco por telefone ou comparacer ao Telecentro e fazer a matrícula.

Lembramos que estas duas turmas serão somente para pessoas acima de 18 anos onde a procura por esta idade e acima foram muitas, e as crianças já tiveram as semanas de Games.

Maiores informações ligue: (011) 3683 6689 – Ramal 216.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Redes digitais no foco do debate


Na Conferencia Nacional de Comunicação, atenção ao controle público e democrático. Por SÉRGIO AMADEU DA SILVEIRA

ARede nº53 novembro de 2009 -
Às vésperas da primeira Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), que se realiza entre 1º e 3 de dezembro, em Brasília, a conjuntura política é bastante complexa. Ativistas conseguem articular uma grande reação ao projeto de criminalização de práticas cotidianas na internet, defendido pelo senador Eduardo Azeredo. As velhas forças políticas oligárquicas usam sua força ideológica nas camadas médias do país para articular uma nova direita, agora conectada. Alguns blogueiros, ditos modernos, unem-se a celebridades da mass media e políticos conservadores para se apresentarem como inocentes comentaristas dessa nova esfera pública.

A velha Globo percebe a importância das redes sociais e organiza a entrada “espontânea” de seus atores e artistas no Twitter. Ali Kamel, o prestigiado intelectual da Globo, destila a cada dia as premissas ideológicas do combate à internet e prepara o discurso de suas tropas de desembarque no mundo das redes: “…a crença de que a internet, por natureza, é um espaço sem dono, livre, democrático. Não é verdade: não existem terras de ninguém. O que tem prevalecido é uma terra com novos donos que, até aqui, têm tido êxito em chamar de liberdade o que é puro roubo”.


Neste cenário, os movimentos sociais e as forças populares discutem uma agenda para a Confecom, focando em temas que dizem respeito ao controle público e democrático das comunicações de massa. O momento atual das comunicações é de transição para o mundo das redes. Até a TV caminha para a digitalização de suas transmissões. A chamada convergência, a mobilidade e a ubiquidade das comunicações precisa entrar nas preocupações daqueles que discutem a Conferência. Do contrário, poderemos gastar energia demasiada para regulamentar apenas sombras e não seus agentes. O cenário e o poder de comunicação estão mudando.



Alguns pontos que considero essenciais na nova agenda da comunicação:


Banda larga
– Bandalargar todo o país, como condição básica e mínima para garantir o acesso das comunidades à comunicação em rede;


Redes abertas
– Incentivar a construção de redes sem-fio abertas para conexão à internet em todos os municípios (propor um programa do governo federal para financiar esta estrutura de conectividade indispensável para a inclusão digital e para reduzir o custo Brasil das telecomunicações);


Espectro aberto e ocupação digital comunitária das frequências não-ocupadas
– Defender a ocupação de faixas de frequência para uso digital comum, seja para rádios livres, provedores locais de acesso à internet ou coletivos culturais, sem necessidade de autorização do Estado, desde que os aparelhos utilizados sejam homologados pelo órgão fiscalizador.
Atualmente, com o uso de tecnologias digitais não precisamos mais ter um modelo de ocupação das frequências de rádio baseado na concessão de cada frequência para um único operador.

Os rádios transmissores digitais são inteligentes e operados por software. Desse modo, não interferem nas transmissões de outros usuários da mesma frequência. Já se pode ver isto com os pontos de conexão sem-fio nos aeroportos, por exemplo: dezenas de pessoas conectadas à internet em um único roteador. Em geral, elas estão usando as mesmas frequências de ondas de rádio e o fluxo de dados de um computador não interfere nos outros.
No ano passado, a Comunicação Federal de Comunicações (FCC, na sigla em inglês), que regula as telecomunicações nos Estados Unidos, aprovou o uso, pelas comunidades locais, das frequências não ocupadas pelos canais da TV Digital.

A única exigência é usar somente aparelhos transmissores digitais que tenham sido homologados por eles, ou seja, que não causem interferências e ruídos. Esta nova política de ocupação do espectro radioelétrico foi denominada de “espaços em branco” (White Spaces).




Defesa de uma carta de direitos digitais dos cidadãos – A todo instante, parlamentares conservadores, ligados ao lobby da indústria de copyright e da comunidade de vigilância, querem impor restrições absurdas à comunicação em redes digitais.
Por isso, precisamos produzir um consenso que culmine em uma lei complementar para garantir os direitos dos cidadãos no ciberespaço. Assim, proponho que sejam considerados direitos dos cidadãos na comunicação em redes digitais:


- Todos os brasileiros têm o direito ao acesso à internet sem distinção de renda, classe, credo, raça, cor e opção sexual, sem discriminação física ou cultural.

- Todos os internautas têm o direito ao acesso pleno, independentemente das dificuldades físicas ou cognitivas que possam ter.

- Todos os cidadãos brasileiros têm o direito de abrir suas redes e compartilhar o seu sinal de internet, com ou sem fio.


- Todos os cidadãos têm o direito à comunicação não-vigiada.


- Todo internauta tem direito à navegação livre, anônima, sem interferência e sem que seu rastro digital seja identificado e armazenado pelas corporações, pelos governos ou por outras pessoas, sem a sua autorização.


- Todo “interagente” tem o direito de compartilhar arquivos pelas redes P2P sem que nenhuma corporação filtre ou defina o que ele deve ou não comunicar.


- Todo cidadão tem direito a que seu computador não seja invadido, nem que seus dados sejam violados por crackers, corporações ou por mecanismos de Digital Rights Management (DRM ou gerenciamento de direitos digitais).


- Todo brasileiro tem direito a cópia de arquivos na rede para seu uso justo e não comercial.


- Todo cidadão tem direito de acessar informações públicas em sites da internet, sem discriminação de sistema operacional, navegador ou plataforma computacional.


- Toda pessoa tem o direito de escrever em blogs e participar de redes sociais com seu nome, com codinome ou anonimamente.


- Todo blogueiro tem o direito de aceitar ou não comentários anônimos, não sendo responsável pelo seu teor.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Educar para a sociedade em rede



Quase 2.000 pessoas cooperam online para DESENVOLVER um novo jeito de aprender VERA FRANCO

ARede nº53 novembro 2009 -
A Escola Estadual de Educação Fundamental Almirante Álvaro Alberto da Motta e Silva está em uma das zonas mais violentas de Porto Alegre (RS) – e, dentro da escola, a turma 53 era considerada a mais “complicada”. Mas isso não assustou a professora Eloísa Menezes Pereira, que leciona Português para a quinta série, e ela desafiou os alunos: que tal escrever um livro sobre os cinco sentidos do corpo humano? O resultado foi nada menos que o primeiro e-book brasileiro, Brincando com os sentidos, também o primeiro livro do projeto “Faça um e-book na escola”, que está disponível desde maio no site da Editora Plus. Outro resultado expressivo foi a mudança do comportamento das crianças, visível à medida em que produziam os textos.

O projeto “Faça um e-book na escola”
dá nome a um dos 19 grupos de trabalho hoje existentes na Rede Vivo Educação, uma rede social concebida e implantada em três meses, a partir de dezembro de 2008, para conectar pessoas interessadas em explorar, propor e experimentar novos processos educativos na sociedade em rede. A professora Eloísa é integrante desse grupo. Os outros grupos também estão desenvolvendo projetos, como é o caso do grupo “Rede em Vídeo”.

Criado em outubro para conectar os muitos interessados em audiovisual. Este já tem 35 participantes e está escrevendo um roteiro coletivo para um vídeo intitulado
“Histórias que mudam o mundo”. Por meio de iniciativas como estas, em um ambiente de troca de informações e idéias, o site abre espaço para a organização espontânea de indivíduos em torno de projetos comuns. No ano passado, a Vivo repensou todas as suas ações corporativas e passou a ver também o negócio da comunicação móvel como fonte de transformação social, particularmente na área de educação. Depois de avaliar todas as iniciativas de redes sociais existentes no governo, em entidades e em empresas, a operadora optou por fazer diferente: desenvolver um projeto com ampla participação da sociedade.

Para isso, contratou o consultor Augusto de Franco, criador da Escola-de-Redes e especialista em redes sociais, que reuniu no Conselho Consultivo da Rede Vivo Educação profissionais de renome nas áreas de rede social e de educação, além de empresários e representantes do governo.
Em pouco tempo, a Rede Vivo Educação já tinha 300 pessoas conectadas a seu site na plataforma gratuita Ning – que oferece recursos de interatividade como fóruns, blogs, compartilhamento de vídeos e fotos.

Foram estes 300 membros iniciais que decidiram online o formato e o conteúdo do seminário
“Sociedade em rede e educação”, que reuniu em março, no Teatro Vivo, em São Paulo, 200 participantes presenciais e mais 600 conectados por meio de ferramentas como Twitter, Qik e SMS gratuito para clientes Vivo. Em outubro de 2009, o site já recebera 26.115 visitas e registrava 1.621 integrantes diretos, devendo chegar a 2.000 deles até dezembro. Os integrantes diretos, porém, são apenas parte do universo de pessoas atingidas pela projeto. “Há também um público indireto, as pessoas beneficiadas por projetos que saem da Rede para ganhar vida nas comunidades, por iniciativas aprimoradas, adaptadas ou reinventadas, graças ao conhecimento gerado em rede”, explica Luis Fernando Guggenberger, responsável pela Rede Vivo Educação.

O mote do projeto, exibido no site e em e-mails, é o chamado resumo da ópera: “Nós acreditamos que, na sociedade em rede, o indivíduo vive melhor e pode mais”.
Entre os 12 grupos de trabalho online inicialmente criados (hoje já são 19), está o de Arranjos Educativos Locais (AELs, uma apropriação da idéia dos APLs ou Arranjos Produtivos Locais), inspirado em experiências como a da Escola da Ponte, instituição portuguesa de ensino público que rompeu com a estrutura da grade curricular por divisão em séries. Nessa escola, fundada pelo educador português José Pacheco, o aluno decide sobre o seu objeto de estudo e o professor exerce a função de mediador no processo educativo.



“Aprendentes”


Da mesma forma, um AEL, nas palavras do próprio Augusto de Franco, em seu artigo sobre o tema, é constituído por um grupo de pessoas que se conectam em rede, em uma localidade, para aprender juntas. Esta localidade, diz ele, deve ser entendida como sócio-territorialidade: pessoas conectadas com uma certa configuração – ou arranjadas de determinada maneira – criando um ambiente capaz de favorecer o processo educativo.

“Os AELs estão baseados na idéia de que, para aprender, uma pessoa deve buscar com autonomia o que lhe interessa da sua própria maneira (tornando-se um buscador) e aprender a compartilhar o que buscou com outras pessoas, gerando conhecimento a partir dessa interação (tornando-se um polinizador)”,
escreveu Franco, que ajudou a Federação das Indústrias do Paraná (FIEP) a formar um AEL no bairro de Campo Largo, em Curitiba. Como todo participante de um AEL é um Agente Comunitário de Educação (ACE), o grupo não tem alunos nem professores – tem “aprendentes”, no neologismo de Franco.

O programa de aprendizagem envolve leituras prévias individuais, conversas sobre essas leituras com base em roteiro-questionário provocativo e interação presencial na Oficina de Capacitação de ACE. Até o final do ano, a Vivo lançará sua primeira experiência em crowdsourcing, modelo que utiliza conhecimentos coletivos e voluntários espalhados pela internet para criar conteúdos ou desenvolver tecnologias. O foco é a criação de aplicativos de aprendizagem. O Prêmio ARede 2009 é “o reconhecimento de uma nova forma de atuar no setor”, comemora Guggenberger. A professora Eloísa que o diga.


www.vivoeduca.ning.com

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Confecom recebe contribuições via internet até 5 de dezembro


Discutir a internet na internet. Esta é a proposta da comissão organizadora da 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) agora que se iniciou a segunda etapa do ciclo de debates rumo à plenária nacional. As discussões sobre a área de comunicação no Brasil estão abertas à sociedade.

Primeiro, as conferências de comunicação realizadas em 26 estados e no Distrito Federal fomentaram este debate. Agora, a comissão organizadora abre um canal direto com a população para receber sugestões: a Conferência Virtual, que está disponível até 5 de dezembro no site oficial da 1ª Confecom (www.confecom.gov.br).

Para participar da Conferência Virtual com perguntas e sugestões é preciso fazer um cadastramento prévio. É importante ler com atenção as regras de participação que aparecem logo no início do cadastramento do usuário.

A intenção da comissão organizadora é promover a discussão ampla sobre os novos meios de comunicação e as sugestões colhidas na Conferência Virtual serão reunidas em um documento a ser entregue aos delegados presentes à 1ª Confecom.

A etapa final da conferência ocorre entre 14 e 17 de dezembro, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. Durante quatro dias, estes delegados vão pensar em soluções para a comunicação brasileira.

Cadastramento

O número de propostas apontadas pelas conferências de comunicação realizadas em 26 estados e no Distrito Federal está em torno de 3,5 mil. Todas estão sendo enviadas à comissão organizadora da Confecom.

O cadastramento das propostas no site da 1ª Confecom termina nesta sexta-feira, dia 27, e o cumprimento deste prazo é motivo de alerta feito às comissões organizadoras estaduais.

Somente com todas as propostas cadastradas em uma ferramenta disponível no site da conferência, poderá começar a próxima etapa do trabalho, que é a sistematização. O processo consiste em agrupar as propostas de acordo com os três eixos temáticos: “produção de conteúdo”, “meios de distribuição” e “cidadania: direitos e deveres”. Uma vez sistematizadas, as propostas serão publicadas no “Caderno de Propostas”, documento com o qual os 1.684 delegados trabalharão durante a plenária nacional.

O “Caderno de Propostas” será distribuído e publicado no site da Confecom para que os delegados conheçam de antemão as propostas apresentadas pelos demais estados.

Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação